Por: Ryath (Inspirado por Senhor da Luz Prateada)
A Organização Mundial da Saúde (O.M.S.) ensina que um dos fatores necessários para a saúde mental é a espiritualidade, que nos conforta, ajuda em nossos problemas e traz autoconhecimento.
Para a Psicologia, quanto mais autoconhecimento uma pessoa tem, maior é sua saúde mental.
As religiões ajudam muito no autoconhecimento por meio de seus rituais e práticas, como a oração, o fazer o bem, o abster-se do mal, a meditação, os mantras, os incensos, as mandalas, os passes e muito mais.
Claro que estamos tratando de diversas técnicas que a Psicologia não compreende plenamente, além do fazer o bem, do abster-se do mal e das meditações. Mas o fato é que ela observa que as religiões ajudam, pois vê seus resultados.
Se uma pessoa fizer terapia para se autoconhecer e também praticar outras técnicas, religiosas ou não, sua evolução no autoconhecimento tende apenas a aumentar.
Claro que nem sempre a religião faz bem, pois muitas vezes acontece o fanatismo, que é uma forma de desequilíbrio, assim como psicólogos e psiquiatras também podem fazer mal ao paciente.
Então, a mesma fragilidade existe tanto nos meios científicos quanto nos espirituais.
Para os terapeutas, deve ser importante conhecer a religião de seu paciente, pois isso faz parte de seu mundo interior e, consequentemente, é importante para que ele seja compreendido.
A religião é um fator cultural que diz muito a respeito do paciente. Ela preenche grande parte de sua vida, de seus interesses, de sua forma de pensar e de ver o mundo.
A forma como vemos a vida pode nos fazer bem ou mal, pode gerar felicidade ou tristeza.
Mas o fato de existirem diversas pesquisas que mostram a existência da vida após a morte, da reencarnação, do Reiki, da mediunidade, do passe, entre outros fenômenos, nos traz segurança em relação à vida após a morte e às diversas coisas que uma religião ensina. Isso é reconfortante.
Para pessoas que sofrem de depressão, o suicídio é muito menor entre aquelas que têm uma religião. Então, podemos notar como a fé é benéfica em nossa vida.
Mas a pessoa deve sempre buscar transformar as coisas ruins em sua vida, como curar-se da depressão, algo que, geralmente, também traz autoconhecimento. Pois tudo tem um motivo para existir e, retirando a causa, retiramos também o que provoca o sofrimento.
A depressão é uma situação em que a pessoa não vê saída e, muitas vezes, encontra essa saída não apenas por meio do autoconhecimento, mas também ao resolver aquilo que, em sua vida, ela acreditava não ter solução, descobrindo que, na verdade, tem.
Todo sofrimento tem uma solução; nós apenas nem sempre conseguimos enxergá-la.
Mas, muitas vezes, a solução demora um pouco; em outras, demora muito.
É importante sempre lutarmos para nos autoconhecer e buscar a solução para aquilo em que ainda não a vemos, pois a solução existe. Acredite nisso.
Uma grande solução é utilizar a Lei da Atração.
A O.M.S. fez uma série de sugestões sobre como a espiritualidade deve ser considerada nos tratamentos psicológicos e psiquiátricos. Entre essas recomendações está a de que o profissional seja sensível às crenças e às práticas do paciente, utilizando isso em benefício dele, mas também permanecendo atento quando a religião lhe faz mal.
Ao mesmo tempo, as questões especificamente religiosas do paciente devem ser deixadas para os sacerdotes ou para as pessoas que atuam nessa área.
É importante que o psicólogo trate da psique do paciente; que o psiquiatra trate dos aspectos psicológicos e físicos; e que o sacerdote ou religioso cuide das questões relacionadas à religião e à espiritualidade.
A religião busca, muitas vezes, na espiritualidade, a completude do indivíduo, ou seja, um nível muito elevado de amor.
O amor são os sentimentos agradáveis, positivos e profundamente prazerosos que sentimos e que, quando vividos em níveis muito elevados, trazem a completude.





