Por: Ryath
O Hinduísmo diz para seguir o Dharma, mas, quando afirma que as pessoas da camada mais pobre da sociedade não podem sair dessa condição, pois nasceram com esse karma e não podem mudar, está cultuando as ações negativas de vidas passadas, e não a sabedoria.
Dharma, no Oriente, significa sabedoria, e karma são as ações que praticamos em vidas passadas que retornam para nós.
Quando o Hinduísmo ensina que os filhos têm que seguir a mesma profissão dos pais e não podem ser diferentes, também está cultuando o karma, e não o Dharma.
Deus dá a possibilidade de mudança para as pessoas; essa é a realidade em todos os outros países. Por isso, não é sabedoria não poder mudar, mas sim um aprisionamento.
O aprisionamento nunca é sabedoria, mas a liberdade, sim; assim como o ódio não é discernimento, mas o amor e o perdão são, ou a maldade não é o bem, mas a bondade é.
Não podemos dizer que uma coisa ruim é sabedoria, mas sim que uma coisa boa é.
Como se diz, nós conhecemos não só as pessoas pelo que dizem, mas por suas atitudes; com as religiões também é assim, assim como na política, que é onde mais falta coerência.
Na Índia, diz-se que, quando o homem morre, a mulher deve ser enterrada junto.
Existe muita exploração religiosa na Índia também, assim como há gurus que desejam mostrar sua superioridade sobre os demais, e isso é algo de um ego muito inflamado.
Temos a mania de considerar a Índia um local mais evoluído espiritualmente, mas não é isso. A Índia tem um lado sombrio.
Buda rompeu com o Hinduísmo, e, de acordo com o Budismo, o karma pode ser mudado. Além disso, um monge que sigo na internet, o reverendo Genshô, tem muitos vídeos que falam da mudança kármica, que é totalmente possível, e buscamos isso para uma realidade melhor.
Tanto o Hinduísmo quanto o Budismo surgiram na Índia.




