
Os relatos costumam incluir:
Esses padrões foram catalogados por pesquisadores como Raymond Moody, Kenneth Ring, Bruce Greyson e outros.
Há casos em que pessoas descrevem:
· diálogos exatos da equipe médica,
· instrumentos escondidos,
· detalhes da cirurgia,
· cenas fora da sala onde o corpo estava.
Pessoas de culturas diferentes narram experiências semelhantes.
Após uma EQM, é comum haver:
· perda do medo da morte,
· aumento da espiritualidade,
· maior empatia,
· diminuição da materialidade.
Essas mudanças são duradouras, e muito específicas.
O cardiologista holandês publicou em The Lancet, uma das maiores revistas médicas do mundo, um estudo de 10 anos com pacientes de parada cardíaca, argumentando que a EQM indica consciência independente do cérebro.
Raymond Moody é o autor de Vida Após a Vida (1975), o primeiro livro a reunir centenas de relatos de EQM.
Moody afirma que:
· experiências são extremamente coerentes,
· pessoas relatam detalhes verificados externamente,
· percebem consciências externas a elas,
· retornam transformadas e com menos ego.
Moody observou que quem vive EQM passa por:
· aumento de empatia,
· espiritualidade,
· altruísmo,
· redução do medo da morte,
· queda do materialismo,
· sensação de propósito.
BRUCE GREYSON
Bruce Greyson é psiquiatra e professor da Universidade de Virgínia. Criou o Greyson NDE Scale, a escala científica mais usada no mundo para medir EQMs.
1. EQM ocorre quando o cérebro não está funcionando
Em muitos casos estudados:
Greyson diz:
“Isso sugere que a mente pode funcionar mesmo quando o cérebro não está operacional.”
É a conclusão mais forte dele.
2. EQM é neurologicamente inexplicável
Greyson revisou hipóteses como:
E concluiu que nenhuma delas explica toda a fenomenologia, especialmente:
5. EQM não é produto da cultura
Greyson analisou EQMs em:
e viu que:
Isso indica um fenômeno humano universal.