Os Dragões nas Religiões, Culturas e Realidade

Por: Ryath
Os Dragões da Luz são os seres de maior evolução espiritual que estão em nosso planeta. Eles são vistos como divindades benevolentes na Ásia.
Na China, os dragões mais famosos são vistos como criadores benevolentes e portadores de prosperidade. Eles formam a base do horóscopo chinês e das danças tradicionais do país.
No Japão, os dragões são guardiões de templos e lugares sagrados, espíritos ligados à água, protetores de tesouros espirituais e seres capazes de transformação.
Na Coreia, os dragões são frequentemente retratados como seres extremamente benevolentes e representam a sabedoria, a justiça, a fertilidade da terra e a proteção do povo.
No Tibete, os dragões são governantes dos céus, do clima, dos trovões e das águas. São guardiões da verdade espiritual. É muito comum encontrar templos e mosteiros no Tibete e no Butão com telhados e portões decorados com dragões.
No Tibete, os dragões são associados ou vistos como uma classe avançada de divindades aquáticas, as quais são associadas à energia positiva, à iluminação, ao poder espiritual e à voz da compaixão.
No Butão, que é um país do Himalaia, é um local conhecido como a "Terra do Dragão", e seu rei é frequentemente chamado de "Rei Dragão".
Os Dragões da Luz representam o cosmos, a sabedoria divina, a harmonia, a boa sorte e, para o Taoísmo, a força yang.
Para o Taoísmo, os dragões simbolizam as forças naturais em equilíbrio com o Tao, o princípio fundamental do universo.
No Feng Shui, os dragões estão associados ao próprio nome dessa arte taoísta, em que os fluxos de vento (Feng) e água (Shui) são metaforicamente associados aos dragões. As formações montanhosas ideais são consideradas moradas ou "tocas do dragão", onde a energia positiva se acumula suavemente.
Para o Budismo, os dragões são considerados um dos protetores dos ensinamentos de Buda.
Para o Hinduísmo e o Budismo, os dragões são serpentes divinas, guardiões de rios e águas subterrâneas, protetores de tesouros espirituais e seres que transitam entre o mundo físico e o espiritual.
Já no Xamanismo, os dragões são o espírito de um poderoso animal de poder, simbolizando o ciclo eterno de transformação, o inconsciente e o domínio sobre os quatro elementos.
Para a Ásia, os dragões são considerados guardiões supremos e governantes do clima, associados principalmente à água, aos mares, às monções e à agricultura.
Para o Cristianismo, os dragões são associados somente ao mal e ao demônio.
Para o Espiritismo, influenciado pelo Cristianismo, eles são vistos como seres que se degradaram muito moralmente.
Na verdade, existem Dragões das Trevas e Dragões da Luz. Os da Luz são os seres de maior evolução, e os das Trevas são os seres que vivem nos locais mais negativos de nosso planeta, locais de fogo.
Os Dragões das Trevas vieram da explosão que ocorreu no planeta denominado por nós de Capela, sendo exilados para um mundo menos evoluído, pois seu mundo já não permitia seres de baixa espiritualidade. Eles estão presos na esfera mais baixa de nosso planeta, pois não quiseram reencarnar.
Eles vivem no fogo, onde existe a queima de seus karmas, e são responsáveis por muitas guerras e desgraças no mundo, atuando em outras dimensões mais sutis, por meio de outros seres que vivem nesses locais.
As correções foram limitadas à gramática, concordância, acentuação e pontuação, preservando integralmente as ideias, interpretações e afirmações do texto original.

 

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