Por: Ryath
Pesquisas ocidentais vêm comprovando o efeito terapêutico da acupuntura, que, anteriormente, era estudada cientificamente quase exclusivamente no Oriente.
Atualmente, existem estudos sobre acupuntura realizados nos Estados Unidos, no Brasil e na Europa.
A técnica já faz parte do conteúdo de algumas faculdades de medicina, e houve, inclusive, uma tentativa de torná-la uma prática exclusiva de médicos. No entanto, o projeto de lei foi rejeitado graças aos protestos populares.
Um estudo sobre o uso da acupuntura para a redução da dor, realizado na Universidade de Rochester, foi divulgado na revista Nature Neuroscience.
Do ponto de vista científico, entende-se que as agulhas atuam no sistema nervoso central e periférico, estimulando a liberação de endorfinas, adenosina (um neurotransmissor com efeito analgésico e anti-inflamatório) e a ativação de células relacionadas ao bem-estar e ao relaxamento.
Em um experimento com camundongos que apresentavam dor nas patas, após a aplicação de acupuntura, observou-se que os níveis de adenosina estavam 24 vezes maiores do que o normal, além de haver redução no desconforto.
Em outro experimento, utilizou-se acupuntura associada a medicamentos empregados no tratamento do câncer, aplicados por meio das agulhas. Constatou-se que o efeito foi muito mais intenso: os níveis de adenosina triplicaram, e tanto a duração quanto a eficácia do tratamento aumentaram significativamente.
Mestre DeRose explica que os pontos da acupuntura correspondem aos chakras secundários, o que torna interessante perceber que técnicas científicas comprovam a eficácia de um método baseado em princípios bioenergéticos e relacionados ao conhecimento dos chakras — um tema tradicionalmente associado ao campo espiritual ou energético.
Se considerarmos os chakras, podemos perceber como um conceito espiritual vem sendo gradualmente estudado e, em certa medida, aceito pela ciência.
Bibliografia
Revista Galileu — artigo de Bruna Bernacchio.
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