Pesquisa Científica sobre Orações

Por: Ryath
Jeff Levin, epidemiologista, estuda a relação entre ciência e religião há mais de 25 anos. Ele escreveu um livro sobre esse trabalho, intitulado “Deus, Fé e Saúde”, da editora Cultrix.
No livro, ele relata diversos estudos. Um deles foi conduzido pelo cardiologista Dr. Randolph Byrd, que dividiu pacientes em dois grupos:
Um grupo recebia orações feitas por pessoas desconhecidas;
o outro não recebia nenhuma oração.
O grupo que recebeu as orações apresentou menor incidência de insuficiência cardíaca congestiva, pneumonia e paradas cardiorrespiratórias. Também necessitou de menos antibióticos, intubação e diuréticos.
Ambos os grupos receberam o tratamento clínico convencional, mas apenas um deles recebeu as orações. A conclusão desse estudo é que a oração exerce um efeito terapêutico sobre pacientes cardíacos.
E esse é apenas um entre muitos estudos. Diversas pesquisas, em diferentes áreas médicas, mostram que a religiosidade pode influenciar positivamente a saúde e até a longevidade.
O autor também comenta sobre a influência da religião e das experiências místicas na saúde humana.
Jeff Levin e seus colegas realizaram, ao longo desses 25 anos, cerca de seis mil estudos. Eles concluíram que a atividade religiosa ou espiritual está associada a maior longevidade, melhor saúde, pontuações mais altas em saúde mental e melhor estado geral de bem-estar psicológico.
Isso não significa que pessoas religiosas sejam imunes a doenças ou à morte. Existem religiosos muito doentes e ateus com excelente saúde.
No entanto, ao observarmos as médias, percebe-se que quem possui uma crença costuma viver mais e ter melhor qualidade de vida.

 

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