Por: Ryath
Frequentemente, céticos, ateus e pessoas que não acreditam na vida após a morte afirmam que, ao receberem mensagens de médiuns atribuídas a entes queridos falecidos, as pessoas tendem a aceitar qualquer informação devido à dor que estão vivenciando, sendo, assim, vítimas de farsantes.
A equipe do Núcleo de Pesquisa em Saúde e Espiritualidade da Universidade Federal de Juiz de Fora realizou uma pesquisa para testar essa hipótese. Para isso, foram utilizadas psicografias falsas, contendo informações genéricas, e psicografias produzidas por médiuns que realizavam esse tipo de trabalho, trazendo mensagens atribuídas a pessoas falecidas.
Os participantes da pesquisa precisavam escolher entre duas psicografias: uma falsa e outra considerada verdadeira. O resultado mostrou que cerca de 90% dos participantes escolheram a psicografia verdadeira.
As psicografias falsas eram, em geral, rejeitadas por não apresentarem informações precisas. Isso sugere que as pessoas não aceitam qualquer mensagem ao acaso, mas utilizam critérios racionais, buscando coerência e especificidade nas informações recebidas.
Segundo essa perspectiva, a ideia de que as pessoas aceitam qualquer conteúdo em momentos de dor não se sustenta completamente. Trata-se de um argumento frequentemente utilizado por aqueles que não acreditam na mediunidade ou na vida após a morte, mas que, à luz desses resultados, pode ser questionado.
Em nosso site, há uma seção dedicada à relação entre religião e ciência, com diversas pesquisas que abordam o tema. Vale a pena conferir.
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