Pesquisa Feita em Reiki

Por: Ryath
Ricardo Monezi realizou um experimento com camundongos para testar os efeitos do Reiki.
Os animais não possuem elaboração psicológica, fé ou consciência de que estão recebendo uma técnica de cura, pois não compreendem a linguagem humana. Com isso, elimina-se a possibilidade de melhora por sugestão ou efeito placebo.
No experimento, os camundongos foram separados em três grupos, cada um com vinte animais:

  1. Grupo controle: não recebeu nenhum tipo de tratamento.
  2. Grupo controle com luva: recebeu um procedimento simulado, no qual o “tratamento” era feito com luvas presas a cabos de madeira.
  3. Grupo imposição: recebeu o tratamento convencional de Reiki, sem o uso de luvas.

Após o período de intervenção, os animais foram sacrificados para que se pudesse analisar a resposta imunológica gerada pelo tratamento.
Resultados do tratamento
No grupo de imposição (3), observou-se que os animais apresentaram duplicação no número de glóbulos brancos e células imunológicas.
Também houve duplicação na capacidade do organismo de reconhecer e destruir células malignas (câncer).
Nos outros dois grupos (1 e 2), não houve melhora significativa.
Conclusão
Não houve efeito sugestivo, e as melhoras observadas foram reais: o Reiki parece produzir um tipo de influência que fortalece o sistema imunológico.
Atualmente, Ricardo Monezi está conduzindo pesquisas com seres humanos, ainda não concluídas, mas afirma que 16 voluntários já apresentaram melhora.
O Reiki foi escolhido como objeto de estudo por não estar vinculado a nenhuma religião, o que diminui o preconceito e aumenta a aceitação no meio científico. Afinal, cada religioso tende a aceitar mais facilmente pesquisas que favoreçam sua própria crença.
Bibliografia
Revista Galileu – artigo de Bruna Bernacchio

 

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