Em 2025, houve um estudo relevante que buscou investigar a relação entre mediunidade e genética.
Aqui está o que as pesquisas recentes mostram:
Um estudo recente, conduzido pela Universidade de São Paulo (USP) e publicado na revista Brazilian Journal of Psychiatry (2025), realizou o sequenciamento completo do exoma — a parte do genoma que codifica proteínas — de 54 médiuns com longa prática e de 53 parentes de primeiro grau que não eram médiuns.
https://www.bjp.org.br/details/3591/en-US/candidate-genes-related-to-spiritual-mediumship--a-whole-exome-sequencing-analysis-of-highly-gifted-mediums
A pesquisa encontrou 15.669 variantes genéticas exclusivas nos médiuns, que não apareciam nos parentes, com potencial de afetar a função de cerca de 7.269 genes.
https://pesquisa.bvsalud.org/fiocruz/resource/pt/biblio-1614009
Dessas, 33 genes estavam alterados em pelo menos um terço dos médiuns, mas em nenhum dos não médiuns.
https://bernadetealves.com/2025/02/25/mediuns-possuem-variantes-geneticas-exclusivas-aponta-estudo-liderado-pela-usp/
Muitas dessas variantes estão associadas a funções do sistema imunológico e inflamatório.
https://gizbr.uol.com.br/estudo-coordenado-pela-usp-mostra-mudancas-geneticas-em-mediuns/
Um gene de destaque parece ser o MUC19 — citado por apresentar maior expressão na glândula pineal, órgão historicamente associado, por algumas tradições espirituais, à consciência ou à percepção extrasensorial.
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39874024/
Os autores interpretam os resultados afirmando que essas variantes genéticas “surgem como candidatas” para explicar “experiências espirituais, como a mediunidade”.
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