Por: Ryath (Inspirado por Senhor da Luz Prateada)
Os cientistas são, geralmente, doutrinados a não acreditar nas coisas vindas da fé e também a rejeitar explicações que falem do espiritual, inclusive pesquisas nessas áreas que evidenciam ou até provam os fenômenos da vida após a morte, da reencarnação, da mediunidade etc.
Tudo isso se iniciou com a perseguição da ciência pela religião na Idade Média, quando a ciência mostrava um mundo diferente daquele apresentado pelas religiões dominantes, gerando revolta, ressentimento e descrédito diante da manutenção de mentiras. O resultado disso, hoje em dia, é o oposto: a “comunidade científica” reluta em aceitar pesquisas na área espiritual.
A evolução das espécies, segundo o próprio Charles Darwin, não é algo comprovado, mas algo que é lógico se observarmos os animais, incluindo o ser humano, que é um animal racional.
Da mesma forma, se analisarmos diversas pesquisas, com evidências ou provas nessas áreas — das quais colocamos algumas aqui no site —, então se torna muito mais lógico, do que a própria teoria das espécies, que a vida após a morte, a reencarnação e a mediunidade realmente existem.
Existiram, em muitas culturas antigas e ainda hoje, crenças nessas três coisas: a vida após a morte, a reencarnação e a mediunidade. Em diversas culturas de milênios atrás, quando não existiam viagens entre povos distantes e muitas civilizações não se conheciam — inclusive culturas tribais —, praticava-se e acreditava-se nas mesmas coisas. Então, podemos afirmar que isso seria invenção de apenas um povo, sendo que muitos povos que não se conheciam praticavam as mesmas crenças?
Por que não pensar no que parece mais lógico: que o plano espiritual e o divino cuidam de nós e se comunicam conosco desde tempos imemoriais para nos ajudar?
É na paranormalidade e na mediunidade que surgem as revelações espirituais.
Se compararmos muitas crenças, veremos que elas são parecidas ou iguais: o plano espiritual inferior sempre fica embaixo e é ruim, um local de sofrimento, enquanto o superior sempre fica acima e é bom.
Também existe a ideia de que são nossas atitudes que definem para onde vamos quando morremos, sejam elas boas ou ruins.




