Por: Ryath
(Texto inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)
Na faculdade de Psicologia, muitas vezes é embutido na mente dos alunos um preconceito contra atingir o Nirvana em uma só vida, e isso não é bom, pois, com a Lei da Atração, também com as práticas da Yoga e do Budismo, acredita-se que essa conquista pode ser alcançada.
O Nirvana é uma felicidade muito grande, imensa, e, se é perfeitamente possível alcançá-lo, por que achar que as pessoas não devem conseguir isso?
Não é ruim impedir que as pessoas atinjam uma felicidade gigantesca? Vocês não trabalham pela felicidade de seus pacientes?
Não é melhor se tornarem agentes de uma grande felicidade para os outros do que serem pessoas que os impedem?
Se acreditam que é possível conseguir tantas outras coisas com a Lei da Atração, por que não o Nirvana?
Quanto mais vocês ajudarem os outros a atingirem uma grande felicidade, mais merecimento terão para obtê-la também. E, se desejarem, vocês igualmente podem alcançar essa conquista do despertar.
Não se tornem obstáculos ao Nirvana de seus pacientes. Se puderem ajudar, ajudem.
É ruim sermos vetados de nossos sonhos e de nossa felicidade, não acham?
Porque os Psicólogos não Têm Crenças Espirituais? A Psicologia Transpessoal, a Regressão, o Ateísmo, a Filosofia e Muito Mais
Por: Ryath (Inspirado por Senhor da Luz Prateada e Marcelinho)
O ego é uma estrutura da psique, assim como nossos órgãos, ossos, nervos, tendões, veias etc. são estruturas de nosso corpo, e, por isso, não o destruímos, mas sim nos desapegamos dele.
O ego não desaparece; ele apenas se torna desinteressante.
O ego é como o Self, o inconsciente, o subconsciente, o inconsciente coletivo, o id, o superego, a anima, o animus etc., que são partes da psique.
Psique é o que somos por dentro. É o que Sócrates chamava de alma. Sócrates e seu discípulo, Platão, que criou a Academia e, por isso, permitiu que tivéssemos acesso aos seus ensinamentos, afirmavam que ela era imortal e sobrevivia à morte.
Na Psicologia Transpessoal, hoje em dia, explica-se, por meio da física quântica, que tudo é feito de energia.
Na ciência, diz-se que, na natureza, nada se cria, mas tudo se transforma. Assim, nada se perde; apenas muda com o tempo. O mesmo ocorre com os átomos e as moléculas.
Nossa mente e nossos pensamentos são mensuráveis por meio de aparelhos, como o eletroencefalograma, e as emoções também podem ser medidas, por exemplo, através de aparelhos que identificam alterações emocionais relacionadas ao que sentimos.
Então, se tudo é energia, nossa psique, nossas emoções e nossos pensamentos também são energias. Eles não são vistos pelos nossos olhos, mas existem evidências de sua existência.
Assim, entende-se que existem vários tipos de estados de densidade. Por exemplo, a matéria em estado sólido é mais densa; em estado líquido, menos densa; e, em estado gasoso, menos densa ainda.
Sendo assim, normalmente não conseguimos ver ou sentir coisas menos densas do que aquilo que podemos enxergar, tocar, cheirar, degustar ou escutar.
Nosso corpo físico pode ser visto, mas as ondas da mente e das emoções não. Porém, se elas são mensuráveis, então existem, mesmo que não consigamos percebê-las com os cinco sentidos físicos.
Então, se nossa consciência é energia e, na natureza, nada se cria, mas tudo se transforma, conclui-se que ela é eterna.
O termo Psicologia vem de sua origem “psyché”, nome dado por Sócrates para aquilo que somos por dentro: nossa alma, que seria eterna e sobreviveria à morte, conforme este trabalho apresenta.
O termo “psyché”, traduzido para os dias atuais, corresponde à psique.
Psicologia é a ciência que estuda a psique; é isso que significa o nome Psicologia.
Sócrates desenvolveu uma técnica de autoconhecimento por meio do diálogo, e a Psicologia moderna também utiliza esse recurso.
O que Sócrates ensinou há mais de 2.500 anos é retomado, segundo essa visão, pela Psicologia Transpessoal com argumentos científicos.
A Psicologia poderia ser uma ciência muito ligada ao espiritual e à vida após a morte, mas muitas vezes ocorre o contrário. Existe, segundo essa visão, uma doutrinação em alguns locais de estudo, nos quais são ensinadas várias coisas não comprovadas ou não pesquisadas, como afirmar que mediunidade seria apenas dupla personalidade, que não existem provas da vida após a morte ou que não existe o Nirvana. Assim, quando chega o momento de estudar Terapia de Vidas Passadas ou temas ligados à espiritualidade, muitas pessoas já estão com a mente carregada de preconceitos e não observam esses assuntos com alegria, empolgação ou consideração.
Sigmund Freud era ateu e não admitia que assuntos espirituais entrassem na Psicanálise. Isso fez com que Carl Gustav Jung, que queria estudar fenômenos ligados ao espiritual, fosse afastado dos círculos ligados à Psicanálise. Jung continuou seus estudos e acabou desenvolvendo a Psicologia Analítica.
A ciência também ficou estagnada durante muitos anos porque a religião dominante, especialmente durante o período medieval, não permitia certos avanços científicos, o que atrasou o progresso científico.
Muitos cientistas, filósofos e pessoas de diferentes religiões foram perseguidos e mortos durante a Inquisição.
Assim, muitas pessoas passaram a desenvolver pensamentos antirreligiosos, que foram sendo ensinados e propagados ao longo do tempo.
Pessoas de crenças místicas, cientistas e filósofos frequentemente criticam religiões. No caso de médicos, psicólogos e filósofos, muitos acreditam que não devem interferir com suas crenças espirituais em seus trabalhos, o que reforça pensamentos antirreligiosos.
Foi isso que aconteceu com Freud e também com Allan Kardec, cujo nome verdadeiro era Hippolyte Léon Denizard Rivail, inicialmente influenciado por posições céticas e antirreligiosas.
O que aconteceu foi que Hippolyte Léon Denizard Rivail, após muita insistência de uma amiga, começou a pesquisar os fenômenos das mesas girantes. Impressionado, passou a pesquisar médiuns.
Sua pesquisa consistia em fazer as mesmas perguntas para médiuns diferentes, em localidades diferentes, e observar que muitas respostas coincidiam.
Posteriormente, adotou o pseudônimo de Allan Kardec e lançou cinco livros que hoje compõem a codificação do Espiritismo.
Allan Kardec percebeu que existiam erros e acertos na mediunidade, chamando esses erros de animismo. Ele ensinava que muitos desses erros ocorreriam devido à menor espiritualidade ou preparo moral dos médiuns, embora também existam outros motivos.
Como Kardec viveu em um país predominantemente cristão, muitos médiuns possuíam forte influência do Cristianismo em sua formação religiosa, podendo interpretar a realidade espiritual a partir dessa visão.
O Espiritismo não é a única religião mediúnica que existe. Muitas religiões antigas também utilizaram mediunidade em suas práticas.
Na antiguidade, a mediunidade muitas vezes funcionava como uma forma de orientação espiritual e oracular.
O Dalai Lama, líder do povo tibetano, utilizou práticas oraculares em diferentes momentos históricos ligados ao governo tibetano.
Muitas pessoas não sabem, mas religiões e filosofias orientais, como o Budismo Esotérico, o Hinduísmo e o Taoismo, possuem práticas mediúnicas e espirituais.
Inclusive, a Yoga é entendida, por algumas correntes espiritualistas, como capaz de despertar a mediunidade através do despertar da Kundalini.
Nenhuma dessas religiões foi cristã em sua origem, enquanto o Espiritismo possui forte influência cristã. Assim, segundo essa visão, uma interpretação exclusivamente cristã da espiritualidade poderia ser considerada limitada.
Diversas escolas espiritualistas e esotéricas sofrem influências de religiões antigas, como a egípcia e a grega, que também possuíam práticas mediúnicas e cultuavam deidades.
Ao longo da história, muitas religiões cultuaram deidades. Já o Cristianismo, o Islamismo e o Judaísmo seguem caminhos diferentes nesse aspecto.
A Umbanda, por exemplo, permite manifestações espirituais ligadas a diferentes culturas e tradições, sendo vista como uma religião universalista.
Assim, segundo o universalismo, todas as religiões conteriam verdades, ainda que utilizem linguagens, símbolos e mitologias diferentes.
Mitologias e parábolas seriam histórias que escondem verdades por trás de seus símbolos.
As religiões seriam construções humanas inspiradas espiritualmente, mas sujeitas a erros e também ao uso negativo por pessoas mal-intencionadas, como ocorreu na Inquisição.
Não podemos condenar uma religião inteira por causa de pessoas que a distorcem. Muitas religiões ajudam a humanidade, trabalham o autoconhecimento e trazem esperança de continuidade da vida, cuidado divino e auxílio espiritual.
Somos amados e cuidados, apesar dos desafios da vida.
Existem pessoas que utilizam religiões de forma negativa, mas também existem muitas pessoas boas que mantêm princípios e práticas que ajudam no autoconhecimento e em diversos aspectos da vida.
A fé pode ajudar para que a vida seja melhor, trazendo espiritualidade e esperança.
Tanto a religião quanto a Psicologia trabalham com o ser humano interiormente, buscando autoconhecimento e auxílio emocional.
As religiões e a Psicologia poderiam ser muito próximas e companheiras.
Muitas pessoas entram nas faculdades de Psicologia querendo ajudar seres humanos em suas dores emocionais, mas acabam diminuindo ou perdendo sua fé ao longo do processo acadêmico.
Segundo essa visão, muitas pessoas em faculdades de Psicologia são influenciadas a substituir a religião pela ciência e pela Psicologia.
As religiões podem ajudar a acelerar processos de autoconhecimento e, segundo diversas tradições espirituais, podem conduzir à iluminação espiritual, chamada por diferentes nomes: santidade no Cristianismo, ascensão em tradições esotéricas, ou Nirvana no Budismo.
Existem pessoas que fazem distinções rígidas entre esses conceitos, afirmando que o Catolicismo leva à santidade e o Budismo ao Nirvana, mas, segundo a visão universalista, tratam-se de diferentes nomes para experiências semelhantes.
Também existem pesquisas sobre oração, vida após a morte, métodos energéticos de cura, medicina alternativa e reencarnação, que apresentam resultados considerados positivos por seus defensores.
Entre os casos mais conhecidos relacionados à experiência de quase morte, destacam-se estudos de Sam Parnia e Peter Fenwick, envolvendo relatos de pacientes ressuscitados após parada cardíaca.
Também existem pesquisas envolvendo regressão a vidas passadas, nas quais foram monitoradas áreas cerebrais associadas à memória durante essas experiências.
Há ainda pesquisas em que grupos de pacientes hospitalizados receberam orações enquanto outros grupos não receberam, sendo observadas diferenças nos resultados clínicos segundo os pesquisadores.
Pesquisas semelhantes também foram realizadas com o método de cura Reiki.
Existem tantas pesquisas relacionadas ao espiritual que muitas pessoas acreditam que não é possível negar totalmente sua existência, embora ainda exista resistência de parte da medicina e da Psicologia em aceitar essas pesquisas.
Também existem estudos sugerindo que pessoas com fé tendem a apresentar maior bem-estar emocional e melhor recuperação em determinadas situações de saúde.
O espiritual costuma ser visto como um aliado da saúde e da felicidade, trazendo mais positividade e ajudando a reduzir aspectos negativos da vida.
Fiquem com luz.
Seres de luz.




