Por: Ryath (Inspirado por Marcelinho)
Normalmente, nas faculdades de Psicologia, alguns professores, usando uma espécie de hipnose coletiva, tentam fazer os alunos desacreditarem de suas crenças espirituais. Da mesma forma, qualquer trabalho de cunho espiritual ou religioso unido à Psicologia recebe uma reação muito forte e desproporcional do C.R.P.
O C.R.P. é o Conselho Regional de Psicologia.
Se um psicólogo deseja trabalhar com Astrologia, Numerologia, Reiki e outros métodos energéticos ou esotéricos, o que acaba acontecendo é que o C.R.P. vai dizer que não pode misturar a Psicologia com esses assuntos, e o profissional corre o risco de perder seu registro profissional.
Mesmo que o profissional não misture os métodos, o Conselho Regional não permitirá o trabalho com essas duas áreas, afirmando que ele está fazendo essa mistura.
Percebemos aí uma reação desproporcional, injusta e, por que não dizer, repressiva em relação ao espiritual na Psicologia.
Como Jung demonstrava interesse pelos fenômenos psicológicos ligados ao espiritual, Freud tentou destruir seu trabalho e sua reputação por causa disso.
Muitas pessoas viam Jung como o sucessor de Freud.
Na Medicina, quando um profissional começa a fazer pesquisas sobre o espiritual, também ocorre algo muito parecido, e o preconceito toma conta.
A ciência foi, durante muito tempo, perseguida pela religião, mais especificamente pelo Cristianismo, especialmente pelo Catolicismo, pois apresentava descobertas que divergiam da Bíblia.
Assim, formou-se uma rixa entre a ciência e o espiritual.
Muitos cientistas são contrários às religiões e aos espiritualismos e apresentam essa posição como se a ciência também o fosse.
Pesquisas realizadas mostram resultados positivos quanto à existência do espiritual, e existem textos escritos sobre essas pesquisas, que são ignorados por aqueles que se dizem homens da ciência.





