PSICOLOGIA TRANSPESSOAL E VIDA APÓS A MORTE

Por: Ryath
Na Psicologia Transpessoal, existe a compreensão de que há vida após a morte. Mais do que isso, nossa consciência não só sobrevive à morte, como também é eterna, pois tudo é energia, e a energia nunca morre.
A nossa consciência também é energia, assim como o nosso corpo e o mundo físico, porém em estado condensado.
A ciência nos ensina que a energia não se extingue, apenas se transforma.
Logo, nossa consciência também não morre.
David Fontana, psicólogo transpessoal e professor de Psicologia Transpessoal na Universidade de Liverpool, na Inglaterra, afirma que existe um conjunto de estudos que demonstra que a consciência vai muito além da finitude física.
David Fontana também foi presidente da Society for Psychical Research, na Inglaterra, e realizou pesquisas sobre aparições e mediunidade, publicadas em diversas revistas.
Uma pesquisa sobre comunicações após a morte apresentou um resultado impressionante: metade das pessoas que perderam seus cônjuges relatou algum tipo de contato com o parceiro falecido.
Desses relatos, 13% envolveram ouvir a voz do companheiro falecido, 14% foram de aparições e 20% referiram sentir a presença deles.
Uma pesquisa recente sobre EQMs (Experiências de Quase-Morte), realizadas com 20 mil pessoas em 80 hospitais britânicos, mostrou que entre 12% e 40% dos pacientes relataram que, mesmo com o cérebro sem atividade detectável, a consciência permanecia ativa.
Nessas vivências, é comum que as pessoas se vejam fora do corpo, escutem o que os médicos dizem e tenham percepções conscientes durante o processo.
De acordo com David Fontana, a experiência da vida após a morte costuma provocar profundas mudanças na vida do indivíduo.
O desenvolvimento de uma vida mais significativa, com mais amor, e a adoção de uma fé religiosa ou espiritualista estão entre as transformações mais comuns.
Segundo Fontana, os fenômenos observados em experiências paranormais incluem, com frequência, luzes brilhantes em objetos materiais — capazes de iluminar rostos — e a materialização de formas, como dedos que tocam o observador.
O próprio Fontana relatou que, certa vez, apertou uma mão em um ambiente completamente escuro, fato que teria sido registrado em imagens fotográficas.
Nessas experiências, ilusionistas profissionais foram consultados para verificar se não se tratava de truques.
Fontana também documentava cuidadosamente todas as informações recebidas, pois alguns dados só fazem sentido após certo tempo, como ocorre com informações obtidas por médiuns.
Em uma ocasião, logo após a morte de sua mãe, um médium informou a Fontana sobre a existência de uma caixa de cigarros decorada com flores e monogramas de prata. Inicialmente, ele não se lembrava do objeto, mas posteriormente o encontrou, confirmando as informações recebidas na mediunidade.

 

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