O médico Sam Parnia, especialista em reanimação, explica que, às vezes o coração pode continuar batendo artificialmente, mas o cérebro já não funciona mais — é o que chamamos de morte cerebral.
Parnia diz que o termo “experiência de quase-morte” não é muito bom, porque muitas pessoas chegam a morrer biologicamente e depois voltam.
Ele chama isso de “experiência da morte”. As pessoas que passam por isso costumam relatar:
-
Ver o próprio corpo e os médicos tentando salvá-las.
-
Sentir paz.
-
Perceber que realmente morreram.
-
Sentir que estão sendo puxadas para algum lugar.
-
Rever a vida inteira, mas focando em como trataram os outros, não em conquistas ou sucesso.
-
Reviver situações do próprio ponto de vista e do ponto de vista da outra pessoa.
-
Sentir a dor que causaram aos outros.
-
Compreender as consequências de seus atos.
Digo que a consciência não é criada pelo cérebro. Isso porque muitas pessoas têm pensamentos claros justamente quando o cérebro está parado ou desligado. A consciência é algo além do cérebro, algo que a ciência ainda não entende.




