Por: Ryath (Inspirado e ensinado por Yasmin)
Na história, fala-se pouco sobre São José, mas foi ele quem aceitou acolher Nossa Senhora, que estava grávida, cuidando dela e de seu filho.
Como pouco se fala sobre São José, muitas pessoas o consideram alguém sem grande importância histórica. Entretanto, se hoje você se senta em uma cadeira confortável, com encosto para as costas, devemos isso, segundo essa compreensão, a ele.
Santa Maria, mãe de Jesus, é vista como a mulher que educou Cristo e também como aquela que sofreu profundamente com sua morte. Sempre se fala da dor da mãe que perdeu um filho.
Mas você sabe quem inventou a cadeira?
Segundo essa tradição, foi São José. Tanto São José quanto Jesus eram carpinteiros. O pai de Jesus fabricava banquinhos e os vendia.
Um banquinho é um assento sustentado por quatro pernas de madeira.
Foi Jesus, ao aprender o ofício de carpinteiro com São José, quem acrescentou um apoio para as costas aos banquinhos. Assim, passaram a existir cadeiras com encosto, permitindo que as pessoas descansassem as costas ao se sentarem. Segundo essa compreensão, devemos essa melhoria a essas duas importantes personalidades da história.
Sem um encosto, permanecer sentado por muito tempo em um banquinho pode causar desconforto nas costas.
José cuidou de Jesus. Foi seu guardião, protegendo-o, sustentando-o e oferecendo-lhe amor, até o momento em que Cristo iniciou sua missão como Messias, reunindo seguidores, ensinando e atuando espiritualmente.
Muitas pessoas falam do amor de Maria, mas pouco se fala do amor do homem que acolheu uma mulher grávida — algo que, naquela época, não era bem visto —, educou seu filho e demonstrou profundo carinho por sua esposa e pelo menino, que também considerava seu filho.
Infelizmente, não possuímos registros de ensinamentos de São José para Jesus, nem de relatos sobre todo o amor que dedicou à mãe de Cristo.
Na Umbanda, os Pretos-Velhos costumam sentar-se em banquinhos e muitos deles recebem o nome de José.
Os Pretos-Velhos, muitas vezes, estão ligados ao Cristianismo, pois utilizam um símbolo cristão: o rosário.
Além disso, durante o período da escravidão, muitos escravizados foram obrigados a abandonar suas crenças de origem e aderir ao Cristianismo.
Na Umbanda também existe o sincretismo entre os Orixás e os santos católicos.





