Por: Ryath
Sem a obra de Paulo, o Cristianismo seria apenas uma pequena religião judaica, que provavelmente não sairia da Palestina.
Claro que Paulo não é Jesus, que foi quem proferiu os ensinamentos.
Paulo foi o homem que acreditou em Jesus após sua conversão e disseminou seus ensinamentos, acreditando nos relatos daqueles que os deixaram por escrito, principalmente Pedro.
Porém, os outros apóstolos negaram Jesus e não entraram em batalha para salvá-lo.
Jesus deu a vida pelos outros, mas os apóstolos não fizeram isso, com exceção daquele considerado o décimo terceiro apóstolo, que é Paulo.
Paulo ensinou que a salvação pregada por Jesus não exigia adesão às leis judaicas, como a circuncisão, por exemplo, tornando a fé acessível às pessoas que não eram judias.
Paulo realizou viagens pela Grécia, Roma e Ásia, fundando as primeiras comunidades cristãs e centros religiosos estratégicos.
Paulo organizou as crenças sobre Jesus Cristo e escreveu 13 das 27 cartas do Novo Testamento, que serviram como base teológica da Igreja primitiva. Também consolidou comunidades cristãs, estabelecendo lideranças e resolvendo problemas práticos de convivência e doutrina, o que garantiu a sobrevivência do Cristianismo.
Judeu educado, cidadão romano e conhecedor da cultura helênica (grega), Paulo conseguiu comunicar a mensagem de Jesus para públicos diversos, facilitando sua aceitação no Império Romano.
Sem a obra de Paulo, o Cristianismo jamais teria se tornado o que se tornou.




