Por: Ryath
(Texto inspirado e intuído pelos Mestres da Luz)
Na mediunidade de incorporação, quanto maior é o nível de transe, maior é o estado de inconsciência do médium. Já quanto menor é o transe, maior é o nível de consciência.
Hoje, o que acontece com frequência é a entidade deixar o médium em um transe menos profundo, para que ele também aprenda o que sua entidade vai ensinar, além do cambono, do consulente e dos espíritos presentes.
Quando o médium demonstra muito o jeito de se apresentar, simbolizando o tipo de entidade que incorpora, como um Caboclo, Preto-Velho, Guardião, Erê, Boiadeiro etc., isso significa que ele está, em parte, sem a consciência.
O médium, pelo menos hoje em dia, não fica 100% sem consciência, nem 100% consciente durante a incorporação. O que existe são níveis de transe mediúnico que variam entre os mais profundos e os menos profundos, sem chegar aos extremos de 100% de inconsciência ou de 100% de consciência.
Assim, na incorporação existe o transe inconsciente ou semiconsciente. Quando o médium está 100% consciente, isso significa que não está incorporando, mas sim atuando pela mediunidade da intuição.
Durante a incorporação, o médium varia os níveis de transe em que se encontra, às vezes mais profundos e, às vezes, menos profundos.
Muitas vezes ocorre algo curioso: quando o médium sai da incorporação, mesmo que esteja semiconsciente, no momento em que retorna do transe ele pode esquecer o que ocorreu durante a incorporação, mas depois pode se lembrar.





