Por: Ryath
Existiam mandalas na época de Atlântida, mas essas práticas acabaram, assim como outras formas de magia, pois estavam sendo usadas para o mal. Isso ocorreu porque começaram a encarnar aqui espíritos egoístas vindos de outros planetas, dentro de um projeto de luz que visava trazer grande evolução espiritual a eles.
Assim, nosso planeta passou a abrigar muitos seres ainda negativos, mas recebemos assistência espiritual de diversos locais do cosmos para realizar esse belo trabalho.
Antigamente, as maiores almas encarnavam em nosso planeta, especialmente no Egito ou na Índia.
A prática com mandalas retornou ao nosso mundo no Egito Antigo, pois as pessoas que encarnaram aqui começaram a se lembrar das práticas espirituais de seus planetas de origem. Dessa forma, voltaram a utilizar amplamente as mandalas, e essa prática se espalhou para outros países, incluindo a Índia e o Tibete, que as utilizam até hoje.
O Catolicismo também faz grande uso das mandalas atualmente, pois os vitrais das igrejas são mandalas. No entanto, a religião cristã não fala abertamente sobre seus rituais e formas de culto.
O Catolicismo mantém ocultas diversas informações espirituais porque não deseja que outras religiões evidenciem suas semelhanças, já que é uma religião dominante e teme que seus fiéis migrem para outras tradições espirituais.
Isso não ocorre com religiões que acreditam em karma e reencarnação, as quais muitas vezes se apoiam e não escondem suas semelhanças — embora, em alguns casos, também surjam competições entre elas, o que é fruto do ego.
Muitas pessoas ensinam que os vitrais católicos são mandalas, e uma delas foi Carl Gustav Jung, criador da Psicologia Analítica, que estudou profundamente as mandalas.
Para Jung, as mandalas — dentro de sua psicologia — também representam arquétipos de Deus, e esse arquétipo existe dentro de nós.
Arquétipos são figuras que guardam conteúdos psíquicos, como comportamentos, emoções e pensamentos, que nos remetem ao divino.
Existem arquétipos bons e ruins dentro de nós, que representam nossos conteúdos internos e se encontram no inconsciente coletivo, um espaço da mente que não é individual, mas comum a todos os seres humanos.
A forma como lidamos com nossos arquétipos, porém, é individual.
Temos, dentro de nós, tanto o nível pessoal quanto o coletivo.
As mandalas são utilizadas em muitas religiões, especialmente — e de forma aberta — nas tradições orientais, como o Budismo, o Taoísmo e o Hinduísmo.
No Hinduísmo, elas são chamadas de Yantras.
Na Umbanda, as entidades incorporadas as desenham com giz no chão, de modo simples, pois a utilização desse recurso não precisa ser esteticamente bela para funcionar. Além disso, as entidades não têm tempo para elaborar mandalas pintadas e elaboradas.
Aqui no site temos muitas mandalas para prática. Você pode se beneficiar muito, pois todas trazem autoconhecimento. Algumas, além de favorecerem a evolução espiritual, também atuam na cura psíquica ou física, na prosperidade, no trabalho com a Ascensão pela Lei da Atração, e até no fortalecimento da fé necessária para cocriar a realidade.
Também temos mandalas para ouvir o nosso coração espiritual — a fonte do divino em nós — bem como para enxergarmos nosso ego e aprendermos a nos desprender dele.



